Mark Mazower, “The Strange Triumph of Human Rights”

Accompanied by the myth that Human Rights were created after the World War II as a reaction to the systematic genocide perpetrated by the nazis, there is the "optimistic" myth that is was an act of victory of good over evil, civilization over extreme barbarism. This is the thesis upholded by Mark Mazower, based on a solid … Continue reading Mark Mazower, “The Strange Triumph of Human Rights”

Avishai Margalit, “Human Dignity between Kitsch and Deification”

"Kitsch" is a term of german origins and refers to an exaggeration of sentimentality. Kitsch, for Avishai Margalit, not only prejudicial to art, it is, too, to morality. There is kitsch art - materialised in vulgar expressions, excessively emotive, of "bad taste" - and there is kitsch morality. Carl Jung wrote that "sentimentality is the superstructure erected upon brutality". Mary Migdley, that … Continue reading Avishai Margalit, “Human Dignity between Kitsch and Deification”

Giorgio Agamben, “Os Direitos do Homem e a Biopolítica”

No âmbito das declarações de direitos humanos feitas após a Segunda Guerra Mundial, Agamben analisa o trabalho de Hannah Arendt sobre refugiados, onde a autora afirma o declínio dos Estados-nação e ascensão do homem desprovido dessa característica nacional. Nos séculos modernos, Agamben argumenta que é utilizado o conceito de soberania da antiguidade para construir um "sujeito soberano", … Continue reading Giorgio Agamben, “Os Direitos do Homem e a Biopolítica”

Roberto Esposito, “Terceira pessoa: política da vida e filosofia do impessoal”

Esposito usa o termo em inglês “personhood”. Esse termo na verdade significa “qualidade ou condição de ser uma pessoa individual”, segundo o dicionário Oxford. Traduzimos aqui somente como pessoa e indiquei onde se trata de personhood e onde é usado somente como sinônimo de individuo. Atualmente, é inquestionável o valor universal que se dá à pessoa humana. Seja … Continue reading Roberto Esposito, “Terceira pessoa: política da vida e filosofia do impessoal”

Stephen Riley, “Dignity as the Absence of the Bestial: A Genealogy” 

Riley’s main argument is that the concept of human dignity qualifies the human being, creating a difference between men and animals. Therefore, this principle would be just a behavioural and anthropological development, being considered owner of dignity those who obey normative demands of self control. This argument, on the other hand, finds the metaphysical barrier … Continue reading Stephen Riley, “Dignity as the Absence of the Bestial: A Genealogy”